Nossa história
Tudo começou quando eu era um garotinho: via esses gigantes passando pelo céu e ficava imaginando se um dia eu também poderia voar.
Amava e admirava — para mim era algo surreal, não havia como olhar e não se surpreender, era simplesmente fantástico.
Meu pai trabalha com van (transporte) e começou a fazer translado para uma empresa de balonismo. Eu tinha uns 14 anos, e às vezes ele me levava para ver de perto esses gigantes. Aos 20, comecei a fazer freelance nos fins de semana com a equipe, montando e desmontando o equipamento. A cada dia gostava mais do balonismo, e cerca de 3 anos depois voei pela primeira vez como passageiro — foi aí que fiquei fascinado e decidi que aquilo seria o que eu queria para minha vida.
Tirar o brevê (a habilitação para pilotar o balão) não estava no meu orçamento, mas eu tinha fé de que conseguiria. Depois de 5 anos como ajudante da equipe, vendi meu carro e troquei um período de trabalho pelo instrutor por aulas, até finalmente tirar o brevê. Dois anos depois, comprei meu próprio equipamento e fundei a Marigo Balonismo.
Sou muito grato a Deus, ao meu pai por ter me apresentado ao balonismo, e a todos que acreditaram e fizeram parte desse sonho. Hoje trabalho só com balonismo — é o que sustenta a mim e minha família. A melhor gratificação de um voo é ver o sorriso no rosto de cada passageiro depois da experiência.
Meu nome é Alan Marigo, piloto e proprietário da Marigo Balonismo — já deu pra imaginar de onde vem o nome da empresa, né?
Já ouviu falar em profissão dos sonhos? Essa é a minha. Hoje tenho o privilégio de realizar o sonho de outras pessoas, o mesmo sonho que um dia também foi o meu.

Cada voo é conduzido por piloto com habilitação da ANAC, com a aeronave revisada e em dia antes de qualquer decolagem.
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